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02/02/2012

mag fabrica

poetry cartoon em mag fabrica
segunido a linha the new yorker
o cartoon deixou de ser uma arte menor

18/01/2012

Um ano é muito tempo e pode acontecer muita coisa, quatro anos é uma eternidade.
Por incompetência e laxismo das entidades públicas arrastamos a eternidade para o infinito.
Nada acontece de útil, tanto o trabalho do poder politico como a inércia da oposição que espera por chegar ao poder sem demonstração cabal de capacidade de trabalho.
Devem desenvolver-se acções preponderantes e eficientes para o povo sentir que não são mais uns a querer o poder mas pessoas capazes de desenvolver alternativas no desenvolvimento regional.
Façamos qualquer coisa.
Os poderes não estão dissociados como deveriam estar, poder económico, poder politico e poder informativo. Devido a  essa não dissociação dos três poderes, há limitação das escolhas informativas e consequente perda de diversidade de informação.
Poderemos estar a caminhar no sentido de quebra de opções de  livre  opinião. O novo sistema de avaliação por sondagens e quotas ´per click' agrava a livre opção de opinião, porque o que é mais procurado pela maioria é o seleccionado para divulgação. Mas as maiorias sempre foram limitativas ao desenvolvimento interpessoal. Exemplo disto é a história do carrasco aplaudido pela sua matança e depois enforcado na sua vivência comunitária.
Greiviva mag pretende vir a ser um espaço independente onde todos os actos participativos e donativos para a sua subsistência serão canalizados no apoio a micro-projectos, micro-negócios de pessoas com dificuldades de obterem crédito bancário, agrupando ideias e colaboradores na obtenção de micro-credito e sem a imposição das instituições bancárias que há muito perderam a  função social.
Os projectos  necessitam de um reduzido investimento ( máximo de 2500euros), que podem avançar
a partir de pequenos grupos de cidadãos anónimos.
Este movimento será de  estruturação e correcção das funções do poder.
Analisem-se os orçamentos das  juntas de freguesia da nossa região  nas quais existem muitos gastos supérfluos,  não necessários ao desenvolvimento do principio básico que é o trabalho e a produtividade.O trabalho é a subsistência do cidadão, o seu equilíbrio familiar, a sua independência social e estabilidade mental, sem ter de emigrar provocando o desenraizamento do seu espaço natural  e social. Todo o emigrante deveria figurar numa base local de dados de pessoas desempregadas, o que não acontece por erro  de mentalidade e de gestão.
A todo e qualquer cidadão deveria facultar-se a oportunidade de criar trabalho ou ter trabalho na sua região. Proporcionar-se-ia a integração social sem rotura dos elos afectivos que o ligam a essa região.
Por exemplo: 100 mil euros de orçamento de uma junta de freguesia dariam para 40 micro empresas, criando uma média de 3 empregos directos, obter-se-iam 120 postos de trabalho. Estes empregos gerariam receitas autárquicas e fiscais cujo retorno proporcionaria mais dinheiro para investir ou aplicar parte em benefícios sociais e o restante em melhorias ambientais. Isto significará a inversão de pensamento e da forma de  gestão a que nos habituaram os nossos políticos.
É a frieza dos números.
Apoiem a greiviva mag
Peçam a sua em formato digital pdf security.

15/12/2011

Micros anjos da partilha somos todos nós.

Micros anjos da partilha somos todos nós.




Criar pequenos grupos locais sem fins lucrativos que gerem um fundo de investimento para desenvolvimento de micro-projectos por parte do cidadão local.



Base da cadeia social é a entreajuda, a dádiva, o trabalho em grupo..

Observando os gastos do poder local, diremos que existem fundos para o emprego.Os orçamentos locais indicam valores utilizados indevidamente em funções excedentárias sem facultar o contributo á sociedade no essencial. O trabalho é a base do indivíduo, como estabilidade da personalidade, da independência económica e saúde psíquica. Logo pequenos contributos podem proporcionar a possibilidade de realização de micro unidades de emprego ( micro-empresas). Exemplo: um gasto dos dinheiros apresentados por organizações de festas populares locais, se desse valor monetário retirassem um 1€ a cada contributo iniciava-se uma bola de neve. Tão simplesmente proporcionaria o investimento a cerca de três ou quatro micro-empresas, que facultariam, também no mínimo 3 a 5 empregos directos cada projecto. Por simples cálculos cada zona local era capaz de criar no mínimo 20 projectos que dariam 100 empregos directos. Com a existência de pelo menos 200 regiões locais criavam-se 20.000 postos de trabalho directo sem grandes custos e rentabilizando o investimento sem perda de dinheiros porque esses projectos criavam um retorno do dinheiro investido pagando faseadamente, o que renovava continuadamente a possibilidade de criação de mais micro-projectos.



Devemos ficar á espera do poder politico ou tomamos as rédeas da iniciativa?



Colaborar é palavra de ordem, porque o poder não está actuar nesse campo devido ao preconceito de que uma empresa tem de ter grande capital e gerar automaticamente muitos postos de trabalho directos, o que é um erro, devido a que uma grande empresa proporciona muita mão de obra não qualificada e pouca especializada, logo menos empregos para pessoas formadas. Ao distribuir a produção dessa empresa por vinte ou mais micro unidades obtém-se automaticamente mais trabalho para pessoas formadas (mão de obra especializada) assim como diversificação e criatividade de produção. Cria também maior suporte ás instabilidades dos mercados.

As instituições existentes não funcionam, devido a estarem dependentes de apoios da banca que há muito tempo perdeu a faculdade de ser uma pessoa grata á sociedade,(actualmente apenas se dedica ao lucro para distribuição por accionistas), observado isto na atitude social discriminativa de que quem tem pouco dinheiro paga taxas de manutenção de conta e tem tratamento desigual a nível de regalias, etc. A banca não quer saber se os projectos decorrem dentro dos padrões de sustentabilidade. Previne-se com  as garantias reais que são cada vez mais exageradas e servem de moeda usurária.



Colaboremos com este projecto…

A permuta de bens

A permuta de bens


Seria uma solução para inserir ética no mercado, normalmente a comercialização tem taxas de lucro muitas vezes superiores á taxa de lucro dos produtores. Isto tem de ser rectificado, não pode haver lógica justa de mercado se o trabalho de produção é menos bem pago que o trabalho intermediáriio, se os micro projectos inserirem no mercado a lógica da permuta, podem vir a moralizar esta área.
Por exemplo. quando num pequeno terreno se criam algumas ovelhas ou outro gado, não é possível ter da agricultura outros ganhos devido ao terreno ter de ser trabalhado para manutenção da diversificação alimentar dos animais, mas se esse produtor tiver também uma pequena unidade artesanal de cardar e fiar lã para criação de por exemplo camisolas de lã virgem sem tinta, pode efectuar permutas de produto com outro que realiza outro tipo de produto que é necessário para a sustentabilidade do produtor em questão.

Lanço o repto de criação na net de postos de permuta.