Micros anjos da partilha somos todos nós.
Criar pequenos grupos locais sem fins lucrativos que gerem um fundo de investimento para desenvolvimento de micro-projectos por parte do cidadão local.
Base da cadeia social é a entreajuda, a dádiva, o trabalho em grupo..
Observando os gastos do poder local, diremos que existem fundos para o emprego.Os orçamentos locais indicam valores utilizados indevidamente em funções excedentárias sem facultar o contributo á sociedade no essencial. O trabalho é a base do indivíduo, como estabilidade da personalidade, da independência económica e saúde psíquica. Logo pequenos contributos podem proporcionar a possibilidade de realização de micro unidades de emprego ( micro-empresas). Exemplo: um gasto dos dinheiros apresentados por organizações de festas populares locais, se desse valor monetário retirassem um 1€ a cada contributo iniciava-se uma bola de neve. Tão simplesmente proporcionaria o investimento a cerca de três ou quatro micro-empresas, que facultariam, também no mínimo 3 a 5 empregos directos cada projecto. Por simples cálculos cada zona local era capaz de criar no mínimo 20 projectos que dariam 100 empregos directos. Com a existência de pelo menos 200 regiões locais criavam-se 20.000 postos de trabalho directo sem grandes custos e rentabilizando o investimento sem perda de dinheiros porque esses projectos criavam um retorno do dinheiro investido pagando faseadamente, o que renovava continuadamente a possibilidade de criação de mais micro-projectos.
Devemos ficar á espera do poder politico ou tomamos as rédeas da iniciativa?
Colaborar é palavra de ordem, porque o poder não está actuar nesse campo devido ao preconceito de que uma empresa tem de ter grande capital e gerar automaticamente muitos postos de trabalho directos, o que é um erro, devido a que uma grande empresa proporciona muita mão de obra não qualificada e pouca especializada, logo menos empregos para pessoas formadas. Ao distribuir a produção dessa empresa por vinte ou mais micro unidades obtém-se automaticamente mais trabalho para pessoas formadas (mão de obra especializada) assim como diversificação e criatividade de produção. Cria também maior suporte ás instabilidades dos mercados.
As instituições existentes não funcionam, devido a estarem dependentes de apoios da banca que há muito tempo perdeu a faculdade de ser uma pessoa grata á sociedade,(actualmente apenas se dedica ao lucro para distribuição por accionistas), observado isto na atitude social discriminativa de que quem tem pouco dinheiro paga taxas de manutenção de conta e tem tratamento desigual a nível de regalias, etc. A banca não quer saber se os projectos decorrem dentro dos padrões de sustentabilidade. Previne-se com as garantias reais que são cada vez mais exageradas e servem de moeda usurária.
Colaboremos com este projecto…